Segurança da urna

Boletim de Urna

Boletim da Urna

O poder de conferir os votos da sua seção eleitoral também é seu

Você sabia que é possível conferir a votação mesmo antes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciar os resultados? Isso mesmo! Qualquer eleitor pode fazer a contagem de votos por conta própria.

Isso é possível com o Boletim de Urna

Cada urna eletrônica emite um comprovante físico chamado Boletim de Urna (BU), com a quantidade de votos para cada candidato e outras informações da seção eleitoral. É um relatório completo da escolha dos eleitores depositada nas urnas.

Com o Boletim de Urna, você verifica os votos das seções eleitorais

A urna não registra nenhum dado do eleitor, nem mesmo a ordem em que determinado voto foi realizado ao longo da votação. Ainda assim, o Boletim traz com muita transparência a quantidade de eleitores e a destinação dos votos depositados, incluindo brancos e nulos.

O Boletim da Urna é afixado na seção eleitoral ao fim da votação

Ele é impresso em 5 vias, sendo uma delas afixada na própria seção eleitoral. Os candidatos e partidos políticos e todos os eleitores podem escanear o QR Code dos BUs das seções, somar os votos e fazer sua apuração independente, até mesmo antes do TSE!

Em até 3 dias após a eleição, a Justiça Eleitoral disponibiliza todos os boletins de urna

A publicação de todos os Boletins de Urna é feita em até 3 dias depois do encerramento da totalização em cada estado. Para conferir os BUs das Eleições2020, acesse https://resultados.tse.jus.br/oficial.

Qualquer eleitor pode comparar os dados e fiscalizar as eleições

E mais: o aplicativo Boletim na Mão fornece todo o conteúdo dos Boletins de Urna de forma rápida e segura - é só escanear o QR Code do BU com ele. Você nem precisa de conexão com a internet para a leitura do código (QR Code), apenas para visualizar o primeiro conteúdo do boletim lido. Faça sua própria auditoria! Compare os BUs que você escaneou com os publicados no site do TSE e boa investigação. Baixe agora: https://bit.ly/BoletimNaMao_Eleicoes2020

Motivos para confiar na urna

Urnas eletrônicas: orgulho brasileiro e exemplo de eficiência

O sistema eletrônico de votação brasileiro permite o pleno exercício da cidadania com a maior segurança possível! A urna foi desenvolvida para computar votos de forma segura e sigilosa, com o melhor custo-benefício, atendendo à demanda e às características específicas do Brasil.

24 anos de utilização e 13 eleições bem sucedidas

A urna eletrônica é solução eleitoral completa, segura e evoluída. Ela possui barreiras encadeadas que tornam a fraude nas eleições altamente improvável, em especial no brevíssimo tempo da transmissão de dados, garantindo integridade, confiabilidade e autenticidade.

Sem conexão com dispositivos de rede, internet ou bluetooth

A urna funciona de maneira isolada, isto é: não tem qualquer possibilidade de conexão (com ou sem fio) à internet ou via bluetooth, o que já praticamente elimina qualquer possibilidade de ataque ou invasão por hackers. Ela nem sequer tem mecanismos que permitem conexão a redes.

30 barreiras de segurança

São várias barreiras físicas! Como: lacres de segurança especiais evidenciam qualquer tentativa de violação; o log da urna, semelhante à caixa-preta de avião, registra os eventos ocorridos; a zerésima, emitida antes da votação, atesta que a urna não contém voto nenhum.

Todos os softwares da urna são lacrados e assinados digitalmente em evento público

Os programas para votação, apuração e totalização são lacrados e assinados e recebem código-resumo específico na Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas. Podem participar candidatos, partidos, Ministério Público, OAB, Polícia Federal e o próprio eleitor.

Qualquer discrepância nos códigos-resumos bloqueia o sistema e trava o equipamento

A própria urna contém um resumo digital específico que atesta sua identidade e aceita apenas softwares oficiais e desenvolvidos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), incluindo o sistema operacional. As mídias (flashes) de preparação e gravação dos resultados também são criptografadas.

A lista dos códigos é distribuída para as entidades assinantes e publicada no portal do TSE

Então é possível conferir, a qualquer momento e em qualquer parte do Brasil, se o programa utilizado na urna é o mesmo que foi gerado na cerimônia pública. Importante destacar que a urna é programada para receber votos APENAS no momento da eleição.

Os votos são registrados em documento público impresso: o Boletim de Urna (BU)

O Boletim de Urna é impresso ao final da votação em 5 vias (com acesso por qualquer pessoa), que contêm a quantidade de votos registrados na urna para cada candidato ou partido, podendo ser facilmente confrontado com o publicado pela Justiça Eleitoral ou utilizado para recontagem de votos.

Teste Público de Segurança (TPS)

No Teste Público de Segurança, a urna eletrônica é exposta a hackers, especialistas e a quem queira testar sua segurança. O TPS propicia melhorias contínuas no sistema eleitoral brasileiro, fortalecendo a confiabilidade, a transparência e a segurança. Reúne especialistas em Tecnologia e Segurança da Informação de órgãos públicos, organizações e instituições acadêmicas de prestígio!

O objetivo do TPS é aprimoramento do sistema eletrônico e correção de falhas

Os participantes do TPS tentam corromper a urna e seus componentes internos e externos, com objetivo de descobrir brechas na segurança. Até hoje, nenhuma das vulnerabilidades encontradas demonstrou constituir perigo em condições reais de eleições! 

Resumindo: são várias as formas de auditar e confirmar a segurança do processo, que se torna cada dia mais seguro!

Tem ainda:

  • A votação paralela (mesmo dia das eleições), monitorada por câmeras e na presença de auditores e de fiscais de partido/coligações;
  • O Registro Digital do Voto, que permite recontagem dos votos de forma automatizada;
  • E outras formas que você confere em https://bit.ly/20AnosUE-Democracia.
 

O caminho do voto

O caminho do voto O caminho do voto

Mentiras e Verdades sobre a urna

Na centralidade da desinformação propagada em anos eleitorais, estão as notícias falsas sobre a urna eletrônica.
Saiba mais sobre as 10 fake news que circulam em sites suspeitos e grupos de mensagem e confira todos os esclarecimentos relacionados a elas:

A urna eletrônica é projetada por empresas privadas

O projeto da urna eletrônica brasileira é do Tribunal Superior Eleitoral. A urna começou a ser desenvolvida em 1995 por especialistas de entidades como o ITA, INPE, Ministério das Comunicações, Forças Armadas e servidores do TSE. Atualmente, empresas privadas que vencem a licitação fornecem apenas os equipamentos, mas o sistema é controlado exclusivamente pelo TSE.

A urna eletrônica não é segura

A Justiça Eleitoral utiliza o que há de mais moderno em termos de segurança da informação. A urna tem mais de 30 barreiras digitais a serem vencidas para se conseguir efetuar qualquer alteração. Esses mecanismos são postos à prova durante os Testes Públicos de Segurança (TPS). Durante as cinco edições do teste, os sistemas sempre se mostraram seguros e foram aprimorados com ajuda da comunidade técnica.

A urna eletrônica é vulnerável a ataques externos pela internet

A urna eletrônica brasileira foi projetada para funcionar sem estar conectada a qualquer dispositivo de rede, seja por cabo, wi-fi ou bluetooth. Ou seja, a urna é um equipamento isolado, o que preserva um dos requisitos básicos de segurança do sistema.

A urna eletrônica é vulnerável a ataques internos

Somente um grupo restrito de servidores e de colaboradores do TSE tem acesso ao repositório de código-fonte e está autorizado a fazer modificações no software. Por isso, o software utilizado nas eleições é o mesmo em todo o Brasil e está sob controle estrito do TSE. Além disso, a equipe responsável pelo software da urna não é a mesma que cuida do sistema de totalização (resultados).

Softwares maliciosos podem ser inseridos na urna eletrônica

Há um computador inserido na placa-mãe da urna eletrônica que contém processador e memória. Esse componente é protegido fisicamente, por meio de resina, contra qualquer ataque físico. Nele, são inseridos os certificados digitais, as chaves oficiais do TSE, que fazem a verificação, camada por camada, de todos os softwares que são carregados na urna. Isso impede que um software adulterado seja carregado na urna.

O código-fonte do software de votação não é aberto à comunidade

Atualmente, é permitido aos representantes técnicos dos partidos políticos, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), à Polícia Federal, entre outras entidades, o acesso ao código-fonte do software de votação e de todo o conjunto de software da urna eletrônica. Portanto, existe transparência sobre o código-fonte.

Já foram comprovadas fraudes na urna eletrônica

Desde a implantação gradual, a partir das Eleições Municipais de 1996, a urna eletrônica já passou por uma série de procedimentos de auditoria de dados e de checagem de seu hardware e softwares sem que uma única fraude tenha sido verificada nestes 24 anos de existência. Tanto o Ministério Público quanto a Polícia Federal já realizaram auditorias independentes na urna eletrônica e nenhuma fraude ficou comprovada.

A urna eletrônica não é auditável

Há na urna eletrônica diversos recursos que possibilitam e fortalecem a possibilidade de auditoria. São eles: Registro Digital do Voto, Log da Urna Eletrônica, auditorias pré e pós-eleição, auditoria dos códigos-fonte, lacração dos sistemas, tabela de correspondência, lacre físico, auditoria da votação (votação paralela), e oficialização dos sistemas. Além disso, os sistemas podem ser requisitados para análise e verificação a qualquer tempo.

A urna eletrônica não permite a recontagem de votos

O Registro Digital do Voto consiste numa tabela digital, na qual são armazenados todos os votos, à medida que são digitados no teclado da urna. Esses dados são gravados de maneira aleatória para que não venham a revelar a ordem dos votantes. Isso evita a possibilidade de se vincular o eleitor na fila ao seu respectivo voto. Essa tabela é disponibilizada para os partidos políticos ou qualquer entidade que a requerer.

Só o Brasil utiliza urna eletrônica

Segundo o site do IDEA (Institute for Democracy anda Electoral Assistance), pelo menos 25 países do mundo utilizam urnas eletrônicas, inclusive os Estados Unidos da América. Dos seus 50 estados, pelos menos 11 utilizam urnas eletrônicas da mesma forma que o Brasil, sem impressão do voto.

Aplicativos

Boletim na mão

Boletim na mão

Download: Android | iOS

Resultados

Resultado das eleições

Download: Android | iOS

Política de privacidade